sábado, 29 de agosto de 2009

Soneto de Fidelidade ( ao computador)




De tudo ao novo mundo serei atento
Antes, e com tal zelo e sempre e tanto
Que mesmo que me cause espanto
Que eu me entenda com o equipamento.

Quero integrá-lo ao meu curto tempo
Levar meu novo amor para todo canto
Se precisar, transformá-lo em santo
Que vai me ajudar no conhecimento.

E assim, se mais tarde ele não dure
Quem sabe eu seja forte e o desative
Sabendo que novos virão, não é o fim de quem ama.

Eu possa dizer do computador ( que tive):
Que não seja um vírus mortal que apague sua chama
Mas que seja camarada enquanto dure.
Danielle Nogueira



Um comentário:

  1. Danielle, suas paródias são muito legais! Gostei bastante desse formato que vc utilizou para pensar o envolvimento do ser humano com a tecnologia.
    Abs,
    Kelly

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